sábado, 18 de março de 2017

Outono começa na próxima segunda-feira (20)

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Equinócio
Estação tem início às 7h29, horário de Brasília. A partir daí, dias ficam menores até início do inverno, em 21 de junho


por Portal Brasil
Publicado: 17/03/2017 11h05
Última modificação: 17/03/2017 11h31
Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, na medida em que o outono avança, as chuvas vão diminuindo
Foto: José Cruz/Agência Brasil
O outono começa nesta segunda-feira (20), às 7h29, horário de Brasília, quando ocorre o equinócio no hemisfério sul. Nessa data, dia e noite terão praticamente a mesma duração. À medida que a estação avança, os dias ficam menores até o início do inverno, em 21 de junho.

"Do ponto de vista astronômico, a característica mais marcante é que, no início do outono, os dias e as noites têm o mesmo comprimento", explica a pesquisadora Josina Nascimento, do Observatório Nacional. Segundo ela, a inclinação dos raios solares é o motivo para a queda das temperaturas durante o outono.


Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), as temperaturas em todo o País devem se manter na média histórica, com exceção da Região Sul, que deve registrar temperaturas mais altas.

"O começo do outono ainda é quente, porque o clima está mais relacionado com o verão do que com o inverno. Se chegar uma frente fria, a temperatura cai", afirma a meteorologista Renata Tedeschi, do CPTEC/Inpe.

Embora o outono seja o período chuvoso na Região Nordeste, a seca deve continuar. A previsão aponta que o volume de chuvas deve ficar abaixo da média histórica nos próximos meses. Uma mudança do cenário depende de uma reviravolta nas condições climáticas.

"Já são cinco anos de estiagem, e estamos nos encaminhando para o sexto, a não ser que haja uma grande mudança nas condições do Oceano Atlântico. Mas não é o que os nossos modelos indicam", diz Renata.

Cheia no Norte

Por outro lado, a Região Norte pode ter uma das maiores cheias já registradas dos rios da bacia amazônica. É no outono que se inicia o chamado "inverno amazônico", período marcado pelo aumento das chuvas e queda da temperatura.

"Chuvas vão ocorrer acima da média e pode ser que os volumes dos rios cheguem a níveis recordes, porque o pico da época de inundação ocorre em junho, com o acúmulo de toda a chuva que caiu no outono", destaca o coordenador-geral de Operações e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento de Alertas e Desastres Naturais (Cemaden), Marcelo Seluchi.

Já nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, na medida em que o outono avança, as chuvas vão diminuindo até que se configure o período da seca. A estação também é época de atenção à prevenção de desastres naturais. Isso porque, com o solo encharcado após meses de chuvas, aumenta o risco de deslizamentos de terra.

"Temos um histórico grande de desastres registrados em março e abril, principalmente. O solo, agora no fim da estação chuvosa, está muito saturado de água, e essa condição favorece a ocorrência de deslizamentos de terra. E, nesses meses, temos chuvas intensas, mesmo que de curta duração, que aumentam o risco de desastres naturais", afirma Seluchi.

Fonte: Mctic

Ministério dos Transportes divulga balanço do Fundo da Marinha Mercante

18/01/2017

Recursos totalizados em 2016 possibilitaram incremento da frota brasileira e da indústria naval

Em 2016, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) totalizou R$ 3,45 bilhões em financiamentos e R$ 409 milhões em incentivos pagos. O resultado contribuiu, diretamente, para o incremento da frota brasileira e da indústria naval.

De acordo com o balanço, a frota mercante nacional passou a contar com mais de 119 novas embarcações construídas em estaleiros brasileiros. Já o transporte hidroviário foi o segmento mais beneficiado pelo fundo no ano passado. Barcaças e empurradores para transporte por hidrovia, em especial milho e soja produzidos no Centro-Oeste e destinados à exportação, representaram 68% do total das novas embarcações financiadas e concluídas no ano passado.

São 81 novas embarcações que aumentam, significativamente, a capacidade de transporte da produção agrícola de grãos pelas hidrovias, bem como o escoamento dessa produção pelos portos de Santarém e Belém, em alternativa aos portos da Região Sudeste. A iniciativa proporciona redução do custo de transporte estimada em 30% em relação aos portos do Sudeste.

A navegação por cabotagem também teve sua frota aumentada, em 2016, pelo término da construção de cinco novos navios para o transporte de petróleo e derivados, bem como para o transporte de grãos.

Incentivos

Em relação aos recursos destinados pela legislação ao incentivo direto à construção de embarcações e reparos em estaleiros brasileiros, foram depositados R$ 409 milhões nas contas vinculadas das empresas brasileiras de navegação.



Até setembro de 2016, as entidades utilizaram o montante de R$ 142 milhões, dos quais 59% para construção de novas embarcações e reparos. O restante foi utilizado para o pagamento de parcelas de financiamento tomados anteriormente, pelas empresas de navegação, para construção de embarcações.

Fonte: Portal Brasil

segunda-feira, 13 de março de 2017

Venezuela quer arrecadar US$ 10 bilhões com exportações de petróleo em 2017

Data de publicação:13/03/2017

A Venezuela pretende arrecadar até US$ 10 bilhões com exportações de petróleo em 2017 se os preços internacionais do petróleo continuarem a subir, disse o ministro do Comércio Exterior e Investimento, Jesus Faria, no sábado, durante uma reunião de negócios no estado de Zulia.

Ele também elogiou os esforços do presidente Nicolas Maduro para conseguir um acordo dentro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para cortar a produção e estabilizar o mercado global de petróleo.

"Os preços do petróleo subiram e outros US$ 8 a US$ 10 bilhões de dólares serão arrecadados, graças às políticas de petróleo do presidente Maduro," disse Faria.

Ele acrescentou que a tendência de alta dos preços do petróleo ajudaria a Venezuela a realizar a recuperação econômica, mas deixou claro que as ações devem ser tomadas em outras exportações também.

"Nossos esforços estão focados nos setores produtivos da economia e nas exportações não-tradicionais," disse Faria.

O governo implementou uma nova reforma fiscal que permite aos exportadores manter 80% de sua renda gerada pelas vendas internacionais, o que é visto como um estímulo ao crescimento econômico.

A reforma foi acompanhada por uma simplificação dos procedimentos de exportação na Venezuela, que permitiria aos produtores desfrutar de "menor tempo, menor custo e maior lucro," disse Faria.

(Com informações da Agência Xinhua)
Fonte:Agência Brasil

quinta-feira, 9 de março de 2017

Confira o Tweet de @marmilbr: https://twitter.com/marmilbr/status/839815859451342848?s=09